Mostrando postagens com marcador Motos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Motos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, agosto 19, 2021

 Restauração XL 125S

Como já foi postado aqui antes, há algum tempo iniciamos a restauração de uma XL 125S ano 86, guerreira, mas bem castigada pelo tempo e uso.

Foram alguns anos desmontada na garagem, depois mais alguns meses garimpando peças, até que finalmente em abril de 2021, quase 10 anos depois de iniciada, finalizamos a restauração.

Notem que não foi uma mera reforma, foi restauração ao pé-da-letra, usando peças originais novas ou recuperadas, mão-de-obra especializada, muito suor e muitos dinheirinhos! Inclusive, se for pensar em custo x benefício, já aviso: não compensa! Uma restauração como essa é feita levando-se em conta o valor que a moto representa para você, e não o preço que ela vale no mercado.

O resultado está a seguir. Nas próximas postagens mostraremos um pouco do que foi essa jornada.

Té+






segunda-feira, julho 25, 2016

Bandit 650 Falhando

Salve pessoal,

Depois de muito tempo sem escrever, vou tentar retomar as postagens regulares. Vamos ver se consigo. Pra reiniciar as postagens, vou falar sobre um problema que tive com a B65 nos últimos meses.

Ultimamente tenho rodado pouco, falta de tempo e uma certa preguiça mesmo. Acho que ela deve ter ficado uns dois meses sem andar (sério). Quando fui botar ela pra funcionar de novo - depois de dar uma carga na bateria - ligou bonitinha e tal, redondinha. Mas quando aqueceu um pouquinho começou a oscilar a marcha lenta e nitidamente estava falhando. Ao acelerar subia bem o giro, parecia normal, mas ao baixar na lenta, novamente falha.

Como fazia tempo que não ligava a moto, pensei que poderia ser só falta de uso mesmo. Levei ela no posto, calibrei pneus, coloquei gasolina nova, Podium da BR, e fui rodar. Andei um tempo mas nada de melhorar. Continuei achando que era alguma sujeira por falta de uso, e aí tentei usar meu "aditivo secreto" (hehehe). Melhorou bem, ou seja, tinha sujeira mesmo, mas não voltou ao normal. E o mais estranho era que quando se ligava a moto, ou seja, com ela fria, as falhas NÃO ocorriam, mas depois de uns minutinhos, ao aquecer, começavam novamente.

Como eu descartava problemas de injeção (sensores), pois não havia nenhuma indicação de atenção no painel, parti para a inspeção de outras possíveis causas. Comecei por inspecionar o filtro de ar, para ter certeza que não tinha nenhuma obstrução. Nada, limpinho. Também conferi se o fluxo de gasolina estava bom, também tudo certo. Faltavam consultar bicos e velas.

Então a contragosto parti para inspeção das velas. Pensem numa coisa trabalhosa, pois tem que remover o tanque, que por si só já é chato, mas o pior é chegar nas velas. Elas ficam atoladas no cabeçote e o acesso é péssimo, seja pra chave, seja para as mãos. Além do mais, é um trabalho delicado, pois precisa remover os cabos das bobinas e as bobinas em si antes de chegar nas velas (cada vela tem uma). E tudo precisa ser feito com as mãos, e em muito pouco espaço. Os cabos se retiram com facilidade, mas as bobinas não, pois além de possuírem um anel de borracha pra vedar a entrada de água e poeira no alojamento da vela, ela também fica presa na vela. Resumindo: são duras tirar.


As velas estão aí debaixo


Enfim, depois de tirar tudo, vi que as velas estavam em bom aspecto, talvez um pouco pretinhas demais (o ideal é estarem cinza) e com os contatos um pouco afastados. Como a moto tem 6.000km e o manual recomenda troca aos 12.000km, sinceramente não achava que elas tivessem problemas. Ajustei os contatos, limpei e recoloquei, e pra minha frustração as falhas continuaram.


 Bobina, uma para cada vela


Um amigo tinha dito "é vela!", mas eu não acreditava nisso, não só pela baixa quilometragem da moto, mas por estar falhando muito em baixa rotação, e na maioria das vezes, quando o problema é com as velas, se falha mais em alta rotação. Além disso, sempre usei gasolina boa, como poderiam ser as velas?

Vela velha e vela nova


Por desencargo, resolvi trocá-las (aproveitei e coloquei Iridium) antes de levar ao mecânico para inspecionar os bicos, e adivinhem? A moto ficou um espetáculo, parecendo nova! Motor rodando liso, desde a marcha lenta até o cortar de giro, sem engasgos ou buracos. Não teve jeito, eram as velas.

Então, fica a dica: falhando em baixa, com marcha lenta oscilando, e estando injeção e filtros bons, troquem as velas!

Té mais!


sábado, abril 13, 2013

Honda Lead 110

Salve,

Parece que foi ontem, mas já faz um ano que estou andando de Joaninha. Não estranhe, esse é o nome que dei a ela, por ser preta, vermelha e redondinha. Enfim, ela lembra o inseto fofinho.

Na ocasião eu precisava de uma moto (ou similar) pra uso diário, que fosse econômica e prática, e nessa categoria não faltam opções. Inicialmente me veio à cabeça uma moto usada, uma "Titanzinha", ou uma YBR, mas comprar moto usada boa é uma tarefa das mais difíceis. Quando se acha uma boa é muito cara.

Então comecei a alimentar a idéia de pegar algo 0km, e nessa categoria não faltam opções: Titan's, YBR, Yes, Biz, Crypton, etc. Foi só então, numa visita a uma concessionária que vi a Honda Lead 110 de perto, pois até então não tinha visto uma na minha frente. Até ali nunca tinha pensado em comprar um scooter, mas ela me chamou mesmo a atenção.

Algumas coisas que gostei:
  • Freio a disco;
  • Injeção eletrônica;
  • Freio combinado;
  • Requinte no acabamento;
  • Bagageiro que mais parece uma porta-malas;
  • Porta-trecos;
  • Bom porte, pois apesar de baixinha, ela é bem "gordinha", parece maior que a Biz;
  • Transmissão CVT (sem marchas e embreagem);
A partir daí fui investigar sobre essa categoria, sobre os scooters. Eu já sabia que em muitos países da Europa e da Ásia os scooters são amplamente utilizados, e fui investigar as vantagens.

É preciso entender que um scooter é um tipo particular de motocicleta, que possui características bem diferenes das motos:
  • Posição de pilotagem: no scooter você vai sentado, na moto vai montado;
  • Potência e desempenho: não é prioridade nos scooters, logo não espere sair levantando a roda dianteira, nem altas velocidades;
  • Proposta: locomoção diária básica, não é uma utilitária, ótima pra trajetos curtos, não é segura para viagens ou para trafegar por vias rápidas;
  • Conforto: oferece grande proteção aerodinâmica, desvia o vento e não deixa molhar os pés (ótimo para quem usa sapatos), banco largo;
  • Suspensão: o calcanhar de Aquiles dessa categoria, as rodas pequenas e o curso curto da suspensão pede vias bem pavimentadas, senão é pulo e pancada na certa;
  • Praticidade: grande espaço para bagagens, capacetes, capas de chuva, compras, trecos, etc.


Um scooter serve pra mim?

Se precisa de um meio de transporte com essas características, e se o trajeto que você faz é seguro e bem pavimentado, um scooter é uma ótima opção para você!
Agora, se você precisa de um veículo para uso mais "hard", se anda com garupa, pára e anda, e em ruas brasileiras (ruas brasileiras = ruas esburacadas), esqueça! O scooter não te serve. E não adianta reclamar, não é defeito, é questão de característica mesmo.

Sobre a Honda Lead

Sobre a minha Honda Lead, apesar de ter sido 0km tirada em 2012, é ano/modelo 2010, Limited Edition (LE), a concessionária tinha três em estoque, devidamente guardadas e bem cuidadas. Acabei fazendo um  bom negócio, pois paguei preço de usada numa 0km, e isso com garantia e tudo mais.

Neste ano de união, nada a reclamar. Rodo em média 20 km por dia, entre idas e vindas ao trabalho e outros percursos, é econômica e prática, como um scooter deve ser. No bagageiro sempre vai muita coisa além do capacete: jaqueta, luvas, agenda, pente, carregador de celular, e eventualmente até alguma compra.
Para carteira e alguma outra miudeza temos o porta-luvas no escudo frontal, e ainda um gancho para pendurar sacolas, espaço não falta. Ficar com os pés e pernas abrigados da poeira e da água também é importante pra mim que trabalho "engomadinho".

Até agora nenhum defeito, nenhuma quebra, só troca do óleo nas revisões obrigatórias. A transmissão automática não requer manutenção periódica e recomenda-se a troca da correia aos 20.000 km. As trocas de óleo são recomendadas a cada 4.000 km, e apesar de a Lead ter refrigeração líquida e do óleo não ser usado para lubrificação da embreagem e marchas, o que aumenta sua vida útil, eu acho essa marca alta demais. Pretendo seguir trocando a cada 3.000 km.

Resumindo, eu estou satisfeito com a compra! Hoje ando mais de Lead do que de carro e pra trocá-la, só por um scooter maior!

Té+

terça-feira, maio 01, 2012

Honda CBR 250R


Esportividade

A partir deste mês, passa a ser comercializada pela rede de concessionárias Honda em todo o Brasil a nova Honda CBR 250R.
O modelo entra para o line-up da marca, visando ser uma motocicleta de entrada na categoria Super Sport, além de oferecer aos consumidores brasileiros mais uma opção para quem deseja uma moto esportiva de média cilindrada. Ela combina o DNA da linha CBR a atributos como fácil manutenção, excelente dirigibilidade, alta tecnologia e ótimo custo/benefício. É uma boa opção para quem busca uma motocicleta para o lazer, locomoção no dia a dia e prioriza o design esportivo.

Motor eficiente e econômico
O modelo é equipado com o novo motor monocilíndrico de 249,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), 4 válvulas e com injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), tornando a motocicleta leve, compacta e eficiente. Arrefecido a líquido, o motor possui potência de 26,4 cv a 8.500 rpm, e torque de 2,34 kgf.m a 7.000 rpm. Com isso, a CBR 250R tem alto torque em baixas rotações, o que garante uma arrancada rápida e segura.
Para complementar, é o primeiro motor DOHC no mundo à utilizar balancins roletados, que asseguram baixo atrito e maior eficiência. Aliado a Unidade de Controle Eletrônica (ECU), garante uma alimentação adequada de combustível, permitindo baixo consumo e tornando o modelo extremamente econômico.

Ciclística rígida, leve e segura
A Honda agregou à CBR 250R uma configuração de chassi mais leve. Do tipo Diamond Frame, a peça é rígida e se destaca pelo equilíbrio gerado, contribuindo ainda mais na estabilidade, além de garantir baixo peso da motocicleta.
Outro diferencial do modelo é o conjunto de suspensões. A parte dianteira é composta por garfo telescópio com curso de 130 mm. Já a traseira é monoamortecida Pro-Link de 104 mm de curso e cinco regulagens de compressão da mola.
Quando o assunto é segurança, o sistema de freio recebe disco único de 296 mm de diâmetro com pinça de pistão duplo na dianteira. Já a traseira, o disco de 220 mm de diâmetro é acionado por pinça de pistão simples.
Também disponível na versão com freios Combined ABS (C-ABS), apresenta o moderno sistema de segurança sobre duas rodas. Reúne os benefícios do ABS (Anti-lock Brake System) e do CBS (Combined Brake System). Enquanto o primeiro evita o travamento das rodas em frenagens bruscas, facilitando o controle do veículo, o segundo distribui a força de frenagem entre as rodas dianteira e traseira. A parte dianteira é composta por disco único de 296 mm de diâmetro com pinça de três pistões.

Opções
Disponível nas cores preta e azul (versão C-ABS está disponível apenas na cor azul), a CBR 250R tem previsão de vendas acima de 6.700 unidades em 2012. Seu preço público sugerido é de R$ 15.490,00, e R$ 17.990,00 para a versão com freios C-ABS (valores com base no Estado de São Paulo, não incluem despesas com frete e seguro). A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

Ficha Técnica
Motor
249,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), 4 válvulas, refrigeração  a líquido
Potência máxima
26,4 cv a 8.500 rpm
Torque máximo
2,34 kgf.m a 7.000 rpm
Diâmetro x curso
76x 55 mm
Alimentação
Injeção eletrônica de combustível PGM-FI
Sistema de lubrificação
Forçada por bomba trocoidal
Relação de compressão
10,7:1
Sistema de partida
Elétrica
Bateria
12V – 6 Ah
Farol
60/55W
Sistema de ignição
Eletrônica
Capacidade do tanque
13 litros  (3,5litros / reserva)
Óleo do motor
1,8  litros (1,4 litros para troca)
Transmissão
6 velocidades
Embreagem
Multidisco com molas helicoidais banhado a óleo
Transmissão final
Corrente selada
Suspensão dianteira
Garfo telescópico, com 130 mm de curso
Suspensão traseira
Monoamortecida Pro-Link de 104 mm de curso e cinco regulagens de compressão da mola
Freio dianteiro
Disco único de 296 mm de diâmetro com pinça de pistão duplo
Freio traseiro
Disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de pistão simples
Pneu dianteiro
110/70 – ZR17 M/C (54S)
Pneu traseiro
140/70 – ZR17 M/C (66S)
Altura do assento
784 mm
Altura mínima do solo
145 mm
Chassi
Diamond frame
Dimensões (C x L x A)
2.030 x 709,5 x 1.127 mm
Entre-eixos
1.369 mm
Peso seco
150 kg / 154 kg na versão com C/ABS
Cores
Azul e Preto / Azul na versão com C/ABS


Imagens










Fonte
Press Release Honda / Jornalista Responsável: Ricardo Ghigonetto (Mtb. 14.150)

terça-feira, agosto 09, 2011

Neomotociclista

Salve,

Praqueles quem acham que sou um motociclista recente, ou um neomotociclista, saibam que ando de moto a mais de 20 anos, já tive motos de vários estilos e marcas, já trabalhei de moto, andei e ando de moto em estrada de terra, asfalto e cidade. Meus números:
  • 1 tombo, um enquanto saltava curvas de nível com uma "Xizelinha";
  • 0 (ZERO) acidentes, nunca me envolvi em acidente de moto de qualquer natureza, nunca bati em ninguém, nunca atropelei animais e nunca bateram em mim;
Então não venham recém habilitados falar bobagem nos comentários do blog.

Té+

quinta-feira, agosto 04, 2011

Mais do mesmo - Honda Hornet 2012

Salve,

A Honda anunciou o modelo 2012 da CB 600F Hornet, a líder do segmento de 600cc no Brasil. Mecanicamente não houveram mudanças, foi apenas um face-lift. No entanto, a frente triangular não mudou muito, algo que particularmente acho que já estava na hora de acontecer. Apenas para citar exemplos, a Yamaha XJ6 tem uma frente muito mais bonita, bem como a Suzuki GSR 750 (não disponível no Brasil), acho que elas têm uma design mais condizente com os padrões atuais. Bem, mas isso é uma opinião pessoal, a maioria adora a Hornet, o que se nota pelo seu market share.

A traseira está mais afilida e empinada, remontando ao modelo da geração 1





Apesar da Honda ter feito pouco caso do Brasil -  o mercado que mais vende Hornet no MUNDO -  quando apresentou o novo modelo na Europa em meados de fevereiro, pelo menos ela não tardou a trazer a novidade para cá.


O modelo teve novidades visuais, mas a frente triangular foi mantida



A release da Honda pode ser lida aqui.

Té+

domingo, julho 31, 2011

Hondeiro

Salve,

Este post era pra ser uma resposta para o comentário do "anônimo", mas como ía ficar muito grande resolvi postá-lo para que todos leiam.

Bem, nesse comentário fui chamado de "hondeiro". Não tenho nenhum problema com relação a isso, respeito o ponto de vista do leitor, mas sinto dizer que ele está redondamente enganado.

Eu compro e uso produtos, não marcas. Esse lance de idolatria com relação a uma marca beira o ridículo. Mas tenho que confessar que tenho um problema com a Yamaha, e sabem por que? Simplesmente pq ela tem produtos ótimos, de qualidade indiscutível, mas vive mergulhada na própria arrogância e não investe no Brasil como deveria, ou que quando o faz, faz de forma errada. Aí acaba tomando "pau" das outras marcas e toma mais decisões erradas, um círculo vicioso.

Um exemplo disso é a XJ6-F, modelo carenado da XJ6, ela não vende!!! Se vende não aparece nas estatísticas. Enquanto a Kawa Ninja 650 é a 9ª mais vendida. Qual o erro da Yamaha?? Não ter trazido a XJ6 Diversion, um modelo SEMI carenado, que cai mais ao gosto do brasileiro. O que vai acontecer? Já-já A XJ6-F deixa de ser produzida. Por ser uma moto ruim? Claro que não!


XJ6 Diversion, melhor opção ao invés da XJ6 F, além de mais bonita


Outro exemplo disso é a FZ-16, uma moto linda, 150cc, um "tesãozinho" de moto, vendida na...Índia. Isso mesmo na Índia, e no Brasil não. Porque? Alguém tem dúvidas que esse "motinha" venderia muito aqui??


FZ 16, sonho de consumo dos brasileiros

Mais exemplos: permitir que a Honda trouxesse a Transalp antes dela trazer a Ténéré 660, não ter lançado um modelo flex ainda, mesmo tendo lançado a Fazer 250 em 2005 com injeção eletrônica. Precisa mais? Se quiser posso listar mais um monte...

Eu queria muito mesmo era que Yamaha desse um pouco mais de atenção ao mercado brasileiro, tão apaixonado por ela.

Abraços e té+

sexta-feira, março 11, 2011

Mercado - fevereiro 2011

Salve,

Seguem dados e comentários sobre os emplacamentos de motos acumulado até 02.2011.

Kasinski
Colocou sua Comet GTR 250 na primeira posição do ranking de esportivas, com 596 unidades emplacadas e 24,30% de market share. E nessa categoria entram motos de gabarito, como Ninja 250R e Suzuki GSX 650F. Parabéns para Kasinski! A reestruturação está dando certo.

BMW
Colocou o maxitrail G 650 GS na primeira posição dessa categoria, com 234 unidades emplacadas (31,92%), deixando pra trás Suzuki DL 650 V-Strom e Yamaha XT-660. A XT, diga-se de passagem, emplacou apenas 87 unidades, ficando com 11,87% do market share.

Kawasaki
Apresentou estagnação, não galgando nenhuma posição em especial. Sua Ninja 250 ficou atrás da Kasinski Comet e a Z750 segue atrás da XJ6 da Yamaha. Pelo menos não recuou.

Yamaha
Nada de especial também, segue segundona e boa. Essa semana estive lendo que ela não trás a Ténéré 660 pra o Brasil em função de ajustes na caixa de ar (sic). Eu prefiro nem comentar, senão vão achar que sou "hondeiro". Outra coisa que li, que também me chamou a atenção, é o fato dela (Yamaha) achar que a Ténéré 250 tá vendendo muito!! Não precisam da Ténéré 660! Realmente, 1.679 unidades emplacadas (4,07%) é um assombro! Como parâmetro a XRE vendeu apenas 4.362 unidades.

Honda
78,43% de market share. Não precisa dizer mais nada né.

Té+

Fontes:

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Suzuki Gladius 400

Salve,

Como eu disse no meu post anterior, a Suzuki é outra marca que despreza o mercado brasileiro. Um exemplo é essa motoquinha aí embaixo, aposto que faria sucesso por aqui, quem sabe lá para 2020.







Modelo:Suzuki Gladius 400 ABS
Categoria:Naked

Motor e Transmissão

Cilindrada:398 cc
Tipo do Motor:V2, DOHC
Potência:54 HP a 11.000 RPM
Torque:4.2 kgf.m a 8.500 RPM
Diâmetro x Curso:72.0 x 49.0 mm
Válvulas por Cilindro:4
Alimentação:Injeção Eletrônica
Ignição:Transistorizada
Refrigeração:Líquida
Câmbio:6 marchas
Transmissão Final:Corrente
Embreagem:Multidisco em banho de óleo

Chassi, Suspensão, Freios e Rodas

Tipo do Quadro:Diamond
Pneu Dianteiro120/70-ZR17
Pneu Traseiro:160/60-ZR17
Freio Dianteiro:Disco Duplo com ABS
Freio Traseiro:Disco Simples

Dimensões e Capacidades

Peso Seco:206.0 kg
Altura do Assento:785 mm
Comprimento2.130 mm
Distância mínima do solo:135 mm
Entre-eixos:1.455 mm
Tanque de Combustível:14 litros
Óleo do Motor:2 litros

Outras Especificações

Cores:Vermelho, Branco, Preto


Té+

domingo, janeiro 23, 2011

Curtas

Salve,

Bem, antes de mais nada, eu não morri! Final de ano, muito trabalho, pouco tempo, além é claro de uma certa preguiça, por isso a ausência de postagens.

Mas resolvi abrir 2011 com uma nova sessão, ou melhor, uma nova tag, a "Curtas", onde escreverei testículos (ui) sobre os mais variados temas. Vou começar com o de motos, meu hobby.


HONDA

Continua dando uma baile nas demais. Com 78% do Market Share se movimenta o tempo todo, trazendo tecnologias de vanguarda, como a C-ABS e a tecnologia Flex (ou Mix). Investe em programas de treinamento e de segurança. Está cada vez mais líder.


YAMAHA

Tem produtos ótimos, tem!! Não discuto isso, mas como pode desprezar tanto o mercado brasileiro? Cadê a Ténéré? Os usúarios clamam, imploram, se humilham e nada! Cadê um modelo flex? O que a mantém na segunda posição do ranking é a YBR, senão estava frita. Um de seus grandes sucessos, a XT 660, já tem suas venda incomodadas pela BMW G 650 GS. A Fazer 250 fechou 2010 com 29.000 unidades licenciadas, contra 71.000 da Honda CB 300R. Se isso não foi uma surra, então eu não sei o que é. É bom se cuidar.


KAWASAKI

Não está pra brincadeira não, pelo menos nas motos de maior cilindrada. Tem política de preços agressiva e motos de ótima qualidade. A ER-6n chegou a vender mais que a Yamaha XJ6, a Z750 pode mesmo incomodar a Hornet. Tomara que continue assim.


SUZUKI

É outra marca que despreza o mercado brasileiro. Já passou da hora de ter uma fábrica de verdade por aqui e de ser administrada pela matriz japonesa. Ótimos produtos, mas concessionárias fracas e com péssimo pós-venda. Pra ser ter uma idéia, mandei um e-mail sobre um de seus modelos no dia 16.12.2010, hoje é 23.01.2011, me pergunte se obtive resposta. Sem mais comentários.


DAFRA

Ainda precisa amadurecer seus produtos, mas já apresenta alguns de respeito, como o Citycom 300. Faz parcerias estratégicas e tem administração eficiente, deve crescer muito ainda.


KASINSKI

Está melhorando depois de sua compra pelo grupo CR Zongshen. Produtos com melhor qualidade e acabamento, além de preços realistas. Assim com a Dafra, tende a crescer e se consolidar.


SUNDOWN

Essa perdeu o bonde. Esteve com a faca e o queijo na mão a alguns anos, mas foi lenta e não investiu como deveria. Já foi engolida pelas suas concorrentes diretas Kasinski e Dafra.


Por enquanto é isso, forte abraço aos leitores e um feliz 2011!

Té+

quarta-feira, setembro 29, 2010

XT 660z Ténéré no Brasil

Salve,

Já deve fazer um ano ou mais que se fala que a mítica XT 660z Ténéré vai aportar no Brasil. De concreto ainda não se tem nada, apenas especulações.

Particularmente acho que há uma grande chance disso acontecer, pois se antes a Yamaha navegava em céu de brigadeiro com sua CARÍSSIMA XT 660, agora o cenário mudou bastante com a chegada de pesos-pesados como a Kawasaki Versys 650, BMW G 650 GS e Suzuki V-Strom 650. Aí, pra quem vai pagar ABSURDOS R$ 28.000 numa XT 660 pé-de-boi, aperta mais um pouco e paga R$ 30.000 numa BMW ou R$ 34.000 numa Kawa ou numa Suzuki, que são muitos mais interessantes e equipadas.

Apenas para esclarecer, eu acho a XT 660 uma excelente moto, um trator de duas rodas, mas é muito, muito cara! Um preço JUSTO seria algo na faixa dos 21.000 ~ 22.000. Para o off-road a XT 660 é imbatível, mas geralmente quem compra um big-trail não vai fazer trilha, e sim viajar. Além do mais, para um "passeio" na terra, Versys, V-Strom e 650 GS dão conta do recado, e levam ampla vantagem sobre a XT no on-road.

Na minha opinião, se a Yamaha trazer a Ténéré para o Brasil, colocar ela no preço que é vendida a XT 660 hoje e rever o preço da XTzona (não precisa descontinuar esse modelo), vai nadar de braçada! Agora, se trazer a Ténéré e "aloprar" tacando o preço nas nuvens, pode esquecer, será mais um sonoro fracasso.

Vamos esperar.
Té+

Por enquanto, olhe as fotos:









Acabamento refinado


Painel moderno e completo



Lanterna de leds, bagageiro e escape duplo





Estradeira


Aventureira



XT 660x, uma outra opção para a Yamaha